quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ecos do Natal


Na revista Actual do jornal Expresso de 24 de Dezembro de 2009, vinha este «eco do natal» de Luís Fernando Veríssimo. Curioso!!!

- E então, gostou?
- Gostei, Bel. Obrigada.
- É bonita a jarra, não é?
- Muito bonita.
- Você não acha um pouco ornamentada de mais? Meio kitsch?
- Meio o quê?
- Meio kitch. Assim, de mau gosto.
- Não. De forma alguma. Aliás, gostei dessa jarra desde a primeira vez que a vi.
- Você já tinha visto?
- Não só vi, como comprei.
- Ah, Rosa. Não me diz que você já tem uma igual!
- Não. Comprei para dar de presente a uma amiga. No Natal passado.
- Ah, é?
- É, Bel. Dei pra você.
- Rosa... Eu... Ahn... Mmm... Quer dizer...
- Tudo bem, Bel. Se você não gostou da jarra, se achou muito Kitsch, poderia ter falado. Afinal, nós éramos amigas.
- Éramos, Rosa? Ainda somos!
- Eu escolho o tempo do verbo, Bel
.

Retirado do blogue A ria da minha aldeia

Dias internacionais / mundiais



1 de Janeiro - Dia Mundial da Paz
20 de Fevereiro - Dia Internacional da Língua Materna
15 de Março - Dia Mundial dos Direitos Humanos
21 de Março - Dia Mundial da Floresta e da Árvore; Dia Mundial da Poesia; Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial
27 de Março - Dia Mundial do Teatro
16 de Abril - Dia Mundial da Voz

22 de Abril - Dia do Planeta Terra
25 de Abril - Dia da Liberdade (Portugal)
29 de Abril - Dia Europeu da Solidariedade e Cooperação, Dia da Dança
1 de Maio - Dia Mundial do Trabalhador
8 de Maio - Dia Mundial do Comércio Justo
9 de Maio - Dia da Europa
15 de Maio - Dia Internacional das Famílias
21 de Maio - Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento
22 de Maio - Dia Internacional da Biodiversidade
29 de Maio - Dia Mundial da Energia
5 de Junho - Dia do Ambiente
20 de Junho - Dia Mundial dos Refugiados
9 de Agosto - Dia Internacional dos Povos Indígenas
1 de Setembro - Dia Nacional da Água
26 de Setembro - Dia Europeu das Línguas
1 de Outubro - Dia Mundial da Música
16 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação
17 de Outubro - Dia Internacional da Erradicação da Pobreza
29 de Outubro - Dia da Educação Artística
31 de Outubro - Dia Mundial da Poupança
10 de Novembro - Dia Mundial da Ciência para a Paz e o Desenvolvimento
16 de Novembro - Dia Internacional da Tolerância
20 de Novembro - Dia Internacional dos Direitos da Criança
25de Novembro - Dia Internacional para a Eliminação da Violência entre as Mulheres
2 de Dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura
3 de Dezembro - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
5 de Dezembro - Dia Internacional do Voluntariado
10 de Dezembro - Dia da Declaração Universal dos Direitos Humanos


Informação publicada por Georgina Mambrino, no blogue "A ria da minha aldeia"

António Gedeão

Lisboa, 1906 - 1997
Poeta, professor e historiador da ciência portuguesa. António Gedeão, pseudónimo de Rómulo de Carvalho, concluiu, no Porto, o curso de Ciências Físico-Químicas, exercendo depois a actividade de docente. Teve um papel importante na divulgação de temas científicos, colaborando em revistas da especialidade e organizando obras no campo da história das ciências e das instituições, como A Actividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX. Publicou ainda outros estudos, como História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa (1959), O Sentido Científico em Bocage (1965) e Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII (1979).
Revelou-se como poeta apenas em 1956, com a obra Movimento Perpétuo. A esta viriam juntar-se outras obras, como Teatro do Mundo (1958), Máquina de Fogo (1961), Poema para Galileu (1964), Linhas de Força (1967) e ainda Poemas Póstumos (1983) e Novos Poemas Póstumos (1990). Na sua poesia, reunida também em Poesias Completas (1964), as fontes de inspiração são heterogéneas e equilibradas de modo original pelo homem que, com um rigor científico, nos comunica o sofrimento alheio, ou a constatação da solidão humana, muitas vezes com surpreendente ironia. Alguns dos seus textos poéticos foram aproveitados para músicas de intervenção.
Em 1963 publicou a peça de teatro RTX 78/24 (1963) e dez anos depois a sua primeira obra de ficção, A Poltrona e Outras Novelas (1973). Na data do seu nonagésimo aniversário, António Gedeão foi alvo de uma homenagem nacional, tendo sido condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Sant'iago de Espada.


Dia de Natal

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.

É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.

Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)

Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.

Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.

Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprar.

Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.

Cada menino
abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora
já está desperta.
De manhãzinha,
salta da cama,
corre à cozinha
mesmo em pijama.

Ah!!!!!!!!!!

Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.

Jesus
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.

Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!

E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.

Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.



António Gedeão

Glenn Gould


As "Variações Goldberg" tocadas por Glenn Gould são icónicas para os melómanos de todo o mundo. Glenn Herbert Gould (25 de setembro de 1932; 4 de Outubro de 1982) foi um genial e renomado pianista canadense, conhecido especialmente por suas gravações de Johann Sebastian Bach. As suas gravações das "Variações Goldberg" são consideradas um marco na música ocidental do século XX. Gould abandonou as apresentações ao vivo em 1964, dedicando-se, desde então, apenas às gravações em estúdio, pelo resto de sua carreira, com um estilo de tocar muito peculiar, muitas vezes excêntrico.

Gould nasceu com o nome de Glenn Gold, em Toronto, Ontario. A sua família era protestante e mudou o seu nome logo após o seu nascimento, temendo que ele fosse confundido com um judeu, assim, o seu nome foi mudado de Gold para Gould para protegê-lo da onda de anti-semitismo que havia tomado o Canadá na década de 1930. Depois de aprender piano com a sua mãe, cujo avô era um sobrinho de Edward Grieg, Gould matriculou-se no Royal Conservatory of Music em Toronto, quando tinha apenas 10 anos. Ali, estudou piano com Alberto Guerrero, órgão com Frederick C. Silvester, e teoria musical com Leo Smith.
Há uma teoria segundo a qual Glenn Gould sofria desde a infância de uma forma menor de autismo, a síndrome de Asperger. Ausência de empatia, desinteresse pelas relações humanas, algumas obsessões (como a hipocondria) fazem parte dessa síndrome.
Em 1945, fez a sua primeira apresentação pública, tocando órgão, e no ano seguinte a sua primeira aparição com uma orquestra (a Toronto Symphony Orchestra), em uma performance do Concerto no. 4 para piano e orquestra, de Beethoven. Ao seu primeiro recital público seguiu-se em 1947 a sua primeira apresentação na rádio CBC, o que aconteceu em 1950. Este foi o começo de uma longa associação com o rádio e com as gravações em disco em geral.
Em 1957, em plena era da Guerra Fria, Gould promoveu uma tournée pela União Soviética. Ele foi o primeiro cidadão do continente norte-americano a tocar ali depois da II Guerra Mundial.
No dia 10 de abril de 1964, Gould tocou naquela que foi a sua última apresentação pública, em Los Angeles, Califórnia, e pelo resto de sua vida concentrou-se em outros interesses, como as gravações, escrita, transmissões de rádio e televisão, documentários e composição (ainda que tenha, de facto, produzido poucas composições).
Gould morreu em 1982, em Toronto, depois de sofrer um derrame. O seu corpo foi sepultado no cemitério Mount Pleasant, em Toronto.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Astor Piazolla - a magia do tango



"Libertango"






Astor Piazzolla

Informação geral:
Naturalidade: Mar del Plata
Nacionalidade: Argentina
Género musical: nuevotango
Instrumento: bandoneón
Actividade: músico, compositor
Página oficial: http://www.piazzolla.org/

Ástor Pantaleón Piazzolla (Mar del Plata, 11 de março de 1921 — Buenos Aires, 4 de julho de 1992) foi um bandeonista e compositor argentino.
Compositor de tango mais importante da segunda metade do século XX, estudou harmonia e música erudita com a compositora e directora de orquestra francesa Nadia Boulanger, que foi aluna de Sergei Rachmaninoff. Na sua juventude, tocou e realizou arranjos orquestrais para o bandoneonista, compositor e diretor Aníbal Troilo.
Quando começou a fazer inovações no tango, no ritmo, no timbre e na harmonia, foi muito criticado pelos tocadores de tango mais antigos. Ao voltar de Nova Iorque, Piazzolla já mostrava a forte influência do Jazz na sua música, estabelecendo então uma nova linguagem, seguida até hoje.
Quando os mais ortodoxos, durante a década de 60, diziam que a sua música não era de facto tango, Piazzolla respondia-lhes que era música contemporânea de Buenos Aires. Para os seus seguidores e apreciadores, essa música certamente representava melhor a imagem da metrópole argentina.
Piazzola deixou uma discografia invejável, tendo gravado com Gary Burton, Tom Jobim, entre outros músicos que o acompanharam, como o também notável violinista Fernando Suárez Paz.
Algumas de suas composições mais famosas são "Libertango" e "Adiós Nonino". "Libertango" é uma das mais conhecidas, sendo que esta é constantemente tocada por diversas orquestras de todo o mundo.
A canção "Adiós Nonino", outra das mais conhecidas composições, foi feita em homenagem a seu pai, quando este estava no leito de morte, Vicente “Nonino” Piazzolla em 1959. Após vinte anos, Astor Piazzola diria: “Talvez eu estivesse rodeado de anjos. Foi a mais bela melodia que escrevi e não sei se alguma vez farei melhor.” Por muito tempo recusou escrever ou encaixar textos a sua grande obra-prima, porém, aceitou a proposta da cantora argentina Eladia Blásquez que lhe apresentou um poema que tinha escrito sob a versão musical, e ele, comovido, concordou. É de saudar que Eladia renunciou a qualquer direito autoral, enaltecendo ainda mais a grande obra do tango.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Catherine Deneuve - a divina


Catherine Deneuve, cujo verdadeiro nome é Catherine Dorléac, nasceu em Paris, no décimo sexto "arrondissement", em 22 de Outubro de 1943, de mãe (Rénée Deneuve) e pai (Maurice Dorleac) actores. Catherine tem três irmãs, Danielle, Sylvie e Françoise, esta última também actriz e já falecida. Muito jovem, começou a pisar, juntamente com a sua irmã Françoise, os vários "plateaux" de filmagem. Apesar de esta não ser a sua primeira opção, Catherine atingiu uma grande carreira cinematográfica, com sucessos como "Les parapluies de Cherbourg", "Belle de jour", "Tristana", "Mayerling", "Le dernier métro", "Indochine", "O convento", "Dancing in the dark" ou "8 Femmes" . Tem dois filhos, Christian, nascido do seu romance com Roger Vadim (realizador de cinema francês) e Chiara filha de Marcello Mastroianni (actor de cinema italiano), também eles ligados ao mundo do cinema, realizador e actriz respectivamente. Catherine vive em St. Germain des Près, bonito bairro parisiense e recarrega as baterias na sua casa da Normandia.
É grande amiga do costureiro Yves Saint Laurenta a quem emprestou, em diversas ocasiões, o seu apoio e a sua imagem. Catherine é uma grande actriz que filmou sob a direcção dos maiores realizadores, como André Téchiné, François Truffaut, Luis Buñuel, Manuel de Oliveira e Jacques Demy. Recebeu numerosos títulos e prémios, incluindo o "César" de melhor actriz por "Indochine" e "Le dernier métro". Catherine foi a musa de muitas prestigiadas marcas, como Chanel, Yves Saint Laurent,... Em conclusão é uma mulher com carácter, que sabe o que quer, podendo dizer-se que é a maior e melhor actriz francesa, que representa a França no mundo com a imagem de uma mulher com muita classe.

"El tamborilero" - Rafael

A quem visitar este espaço, os desejos de um Santo e Feliz Natal e um Óptimo 2010.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Natal em Barrancos

A época natalícia em Barrancos é bastante original e castiça.

Tudo começa com o transporte da lenha, partir do dia 8 de Dezembro, para fazer o lume no centro da praça, frente à igreja matriz, para aquecer o Menino Jesus, na Noite e Dia de Natal.


No capítulo da doçaria temos os seguintes doces: as rosas, o pinhonate, os ganhotes e os borrachos.


Nos "cantes" temos as Canções de Natal cantadas predominantemente em espanhol - "La molinera usa ricos collares"; "Los peces en el río" acompanhadas pelo som característico da zambomba.







quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ai meu Portugal...

"EU CONHEÇO UM PAÍS..."
Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pelo Mundo.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
PORTUGAL
Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo).
É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, e gravíssimos problemas no ambiente e na saúde... do que se atrasou em relação à média UE...etc.
Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso.
É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.

Vamos parar de só dizer mal. Basta!!!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Reflexão


A Fernando Pessoa
(Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Augusto Cury, in DEZ LEIS PARA SER FELIZ, Editora Sextante

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Natal é quando o homem quiser...


Vivamos o Natal com afecto, com partilha de emoções e sentimentos e não com o consumismo desenfreado!!!

As idades da humanidade










Evolução???

Carpe diem!!!


Conselho sábio e oportuno para a sociedade dos nossos dias, que vive mecanizada e "formatada".

A evolução da humanidade


Será que é mesmo evolução???

O glorioso?!?


Não sei por quê, mas sou do Benfica. Só pode ser tradição familiar, pois eu até nem gosto muito de futebol!!!