segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Solidão

Quantas coisas bonitas já foram escritas pelo Chico? Aqui está mais uma.
Esta bela definição de Solidão, SÓ PODIA SER DO CHICO...
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...

Francisco Buarque de Holanda

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Italiano

A origem da língua italiana
A Europa era uma confusão de inúmeros dialectos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos: francês, português, espanhol, italiano…
O que aconteceu em França, em Portugal e em Espanha foi uma evolução orgânica: o dialecto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, na língua oficial de toda a região. (?!?)
Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro. (!!!)
Em Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália nem sequer era um país. Ela só se unificou bem tarde, em 1861 e, até então, era uma península de Cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras potências europeias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse conquistar a fortaleza ou o palácio local.
O povo italiano mostrava-se alternativa-mente humilhado e conformado com toda esta dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada pelos seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aqueles apáticos que diziam: "Franza o Spagna, purchè se magna" que significa: "França ou Espanha, contanto que se coma".
Toda esta divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialectos locais incompreensíveis para quem era de outra região.
Um cientista florentino mal conseguia  comunicar-se com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (excepto em latim, que não era considerada a língua nacional).
No século XVI, alguns intelectuais italianos juntaram-se e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialectos locais e o baptizou de italiano.
Para encontrar o dialecto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até à Florença do século XIV e decidiram que a partir daquele momento aquela que seria considerada a língua italiana correcta seria a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.
Ao publicar a sua "Divina Comédia", em 1321, descrevendo detalhadamente uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante tinha chocado o mundo letrado ao não escrever em latim, pois ele considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa respeitável tinha prostituído a literatura, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro, por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou este idioma para contar a sua história.
Ele escreveu a sua obra-prima no que chamava de "dolce stil nuovo", o doce estilo novo do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.
O facto de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir daquela data, a língua oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de académicos de Oxford se tivesse reunido um dia no século XIX e decidido que daquele ponto em diante toda a gente em Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare.
E a manobra realmente funcionou.
O italiano que hoje se fala e utiliza, não é portanto o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e comercial), e nem sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.
Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para expressar os sentimentos humanos quanto este italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.
Dante escreveu a sua "Divina Comédia" em "terza rima", terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de ritmo em cascata - ritmo esse que sobrevive até hoje no falar cadenciado e poético dos taxistas, funcionários públicos italianos e população em geral.
A última linha da "Divina Comédia", em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente compreendido por quem conheça o chamado italiano moderno.
Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, "l'amor che move Il sole e l'altre stelle…" O amor que move o sol e as outras estrelas…

Nota: texto difundido informaticamente, de origem desconhecida e de veracidade duvidosa, porém interessante. (adaptado)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Frases célebres do dia-a-dia dos portugueses

10 frases que você usa e nem sonha quem as criou



Frases que você usa e nem sonha quem as criou

Chama-se slogan, assinatura, head-line… No fundo, frases fortes, normalmente ditadas pela publicidade (o humor também recorre a este estratagema) que ficam na cabeça de quem as ouve e rapidamente entram nas conversas de amigos, família, colegas …
Veja aqui algumas das mais conhecidas e fique a saber quem, quando e porquê foram criadas:

1 - "Primeiro estranha-se, depois entranha-se." foi criada por Fernando Pessoa (1888-1935) em 1927 para uma das primeiras campanhas publicitárias da Coca-Cola em Portugal.
2 - "Tou xim? É para mim." é a frase do protagonista, um pastor, da campanha criada para a Telecel, no início dos anos 90, cuja assinatura era "Telecel, onde você estiver está lá", pela Young & Rubicam, com Edson Athayde.
3 - "Novidades, novidades só no Continente" surge na década de 90 pela mão de Pedro Bidarra, no tempo da TBWA, para o Continente.
4 - "Vamos nessa Vanessa?" foi criada no início de 2000 pela Grey/Home, para a Piaggio. Era criativo José Ricardo Cabaço.
5 - "Quem quer dinheiro vai ao Totta" foi criado em 2006 pelo Banco Santander Totta para o lançamento do crédito pessoal com taxa a partir de 5%.
6 - "Se eu não cuidar de mim, quem cuidará?" serviu para lançar, em 1993, o leite Matinal, pela Lactogal.
7 - "Podia viver sem ela, mas não era a mesma coisa." foi criada, em 2009, pela a BBDO, de Pedro Bidarra, para a operadora Zon.
8 - "Há mar e mar, há ir e voltar" foi criada pelo poeta surrealista e publicitário Alexandre O'Neil (1924-1986) para a prevenção de afogamentos nas praias portuguesas nos anos 80.
in,  Diário de Notícias, 24/02/2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Ahhh,… Lisboa!!!

Língua portuguesa

NOVA LÍNGUA PORTUGUESA
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado! As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico'. De igual modo, extinguiram-se nas escolas os 'contínuos' que passaram todos a 'auxiliares da acção educativa' e agora são 'assistentes operacionais'. Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por 'delegados de informação médica'. E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas'. O aborto eufemizou-se em 'interrupção voluntária da gravidez'. Os gangs étnicos são 'grupos de jovens', os operários fizeram-se de repente 'colaboradores'; as fábricas, essas, vistas de dentro são 'unidades produtivas' e vistas da estranja são 'centros de decisão nacionais'. O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à 'iliteracia' galopante. 
Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes 'Conforto' e 'Turística'.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira…»; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um 'comportamento disfuncional hiperactivo'. Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação', os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, 'crianças de desenvolvimento instável'.
Ainda há cegos, infelizmente, mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado 'invisual'. (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o 'politicamente correcto' marimba-se para as regras gramaticais...)
As p…. passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em 'implementações', 'posturas pró-activas', 'políticas fracturantes' e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos "tramados" com este 'novo português'; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma 'politicamente
correcta'.
Helena Sacadura Cabral

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Luís de Camões


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

                          Luís de Camões

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                           Luís de Camões

Erros meus, má fortuna, amor ardente

Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que pera mim bastava amor somente.

Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente.

Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa [a] que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.

De amor não vi senão breves enganos.
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!

                        Luís de Camões



sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fernando Pessoa

Mar Português


Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!


Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa, in Mensagem
    AUTOPSICOGRAFIA
    O poeta é um fingidor.
    Finge tão completamente 
    Que chega a fingir que é dor 
    A dor que deveras sente. 
    E os que lêem o que escreve,  
    Na dor lida sentem bem,  
    Não as duas que ele teve,  
    Mas só a que eles não têm. 
    E assim nas calhas da roda  
    Gira, a entreter a razão,  
    Esse comboio de corda  
    Que se chama coração.
    Fernando Pessoa

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

7 Maravilhas - Praias de Portugal (08/09/2012)


Gosto!!!

@ - arroba

O que significa @ no e-mail?
Durante a Idade Média os livros eram escritos pelos copistas, à mão. Precursores dos taquígrafos, os copistas simplificavam o seu trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais  rápido (tempo era o que não faltava, naquela época!). O motivo era de ordem económica: tinta e papel eram valiosíssimos.
Assim, surgiu o til (~), para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior. Se repararmos bem, veremos que o til é um enezinho sobre a letra. O nome espanhol Francisco, também grafado Phrancisco, foi abreviado para Phco e Pco, o que explica, em Espanhol, o diminuitivo Paco. Ao citarem os santos, os copistas identificavam-nos por algum detalhe significativo de suas vidas. O nome de São José, por exemplo, aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a adoptar a abreviatura JHS PP, e depois simplesmente PP. A pronúncia destas letras em sequência explica por que José, em Espanhol, tem o diminuitivo de Pepe. Já para substituir a palavra latina et (e), eles criaram um símbolo que resulta do entrelaçamento dessas duas letras: o & popularmente conhecido como e comercial, em Português, e, ampersand, em Inglês, junção de and (e, em Inglês), per se (por si, em Latim) e and. E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento de letras que os copistas criaram o símbolo @, para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de casa de.
Foram-se os copistas, veio a imprensa - mas os símbolos @ e & continuaram firmes nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registo contabilístico significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma. Nessa época, o símbolo @ significava, em Inglês, at (a ou em). No século XIX, na Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses. E, como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso. Para isso contribuíram duas coincidências:
- a unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cuja inicial lembra a forma do símbolo;
- os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Por isso, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo; assim, dez arrobas custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo @ passou a ser por eles usado para designar a arroba.
O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba, que significa a quarta parte: uma arroba (15 kg, em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe, o quintar, que originou o vocábulo português quintal, medida de peso que equivale a 58,75 kg. As máquinas de escrever, que começaram a ser comercializadas na sua forma definitiva há dois séculos, mais precisamente em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados), trouxeram no seu teclado o símbolo @, mantido no do seu sucessor - o computador.
Então, em 1972, ao criar o programa de correio eletrônico (o "e-mail"), RoyTomlinson usou o símbolo @ (at), disponível no teclado dessa máquina, entre o nome do usuário e o nome do provedor. E foi assim que ficou significando Fulano no provedor X. Na maioria dos idiomas, o símbolo @ recebeu o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol); em Sueco, snabel (tromba de elefante); em Holandês, apestaart (rabo de macaco). Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular: shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel, em vários outros idiomas europeus. No nosso, manteve a sua denominação original: arroba.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Qual o café mais forte? O curto ou o cheio?


Quantos debates já houve à volta da questão: qual o café mais forte? O curto ou o cheio? Aqui está a resposta, dada pela "Delta Cafés":

Bica "curta":
Volume total - ± 25 cc
Conteúdo de cafeína 87,0 mg
Bica "normal":
Volume total - ± 35 cc
Conteúdo de cafeína 94,5 mg
Bica "cheia":
Volume total - ± 45 cc
Conteúdo de cafeína 98,1 mg

Sendo assim, podemos concluir que um café expresso (vulgar "bica"), resulta da pressão a que a água atravessa as partículas de café moído e da consequente emulsão que essa pressão origina, das substâncias gordas do café - os óleos aromáticos e os colóides - o que caracteriza e distingue esta bebida das restantes pela sua densidade, creme, corpo e sabor persistente na boca.
Reconhece-se um bom expresso pela cor e textura do creme à superfície, o qual deverá ser levemente acastanhado (cor avelã) e com ligeiras nuances mais escuras no centro e sem "bolhas". A sua espessura deverá ser de 3 a 4mm, conseguindo-se analisar essa espessura se ao deitarmos açúcar na bebida, o creme consegue sustentar durante poucos segundos essa quantidade de açúcar, indo-se depositar no fundo da chávena de forma gradual.
DELTA CAFÉS

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Dia da candelária - 2 de fevereiro

Dia da Candelária - 2 de fevereiro

Vem aí chuva?!?
A igreja católica comemora hoje o dia de Nossa Senhora da Luz ou das Candeias.
"Na cultura popular, talvez proveniente dos rituais celtas, hoje é o 'dia da Candelária', muito utilizado para a predição do tempo. Assim, hoje, 'se se rir (fizer sol), está para vir o inverno' e 'se chorar (chover), está o inverno fora'."

Verdades inconvenientes!!!

O AZULEJO DE TOLEDO


A sociedade é assim:
o pobre trabalha;
o rico explora-o;
o soldado defende os dois;
o contribuinte paga pelos três;
o preguiçoso descansa pelos quatro;
o bebado bebe pelos cinco;
o banqueiro engana/explora aos seis;
o advogado engana aos sete;
o médico mata aos oito;
o coveiro enterra aos nove;
o político vive dos dez.